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Charlotte Amalie da Dinamarca (6 de outubro de 1706 - 28 de novembro de 1782) foi uma princesa dinamarquesa, filha do Rei Frederik IV.
Charlotte Amalie era a filha mais nova do Rei Frederik IV da Dinamarca e da sua primeira esposa, a duquesa Louise de Mecklemburgo-Güstrow. Entre os seus irmãos estava o rei Christian VI da Dinamarca.
Os seus avós paternos eram o rei Christian V da Dinamarca e a condessa Charlotte Amalie de Hesse-Kassel. Os seus avós maternos eram o duque Gustavo Adolfo de Mecklemburgo-Güstrow e a duquesa Madalena Sibila de Holstein-Gottorp.
Charlotte nunca se casou e passou toda a sua vida na Dinamarca onde tinha uma vida activa na corte. Ao contrário do seu irmão e da cunhada, tinha uma boa relação com a sua madrasta, Anne Sophie Reventlow com quem passava muito tempo e tentou impedir que houvesse mais hostilidade contra ela quando Anne Sophie Raventlow se tornou rainha em 1721.
A 8 de abril de 1771, recebeu ordens para deixar a corte e passou o resto da vida a viver com a rainha-viúva Juliana Maria, algo que fez com que continuasse a passar muito tempo na corte apesar do que tinha acontecido. Como tinha preferência por perucas negras e exigia que toda a sua comitiva as usasse, a sua corte era conhecida pela "corte das perucas negras". Em 1778, foi dito que deixou de aparecer em publico por ter enlouquecido.
O Palácio de Charlottenlund, onde a princesa passava os seus verões, foi construído entre 1731 e 1733 e recebeu o nome em sua honra. É conhecida por ter sido mecenas da escritora Charlotte Baden, que era sobrinha de Ana Sofia von den Osten, uma das suas primeiras damas-de-companhia e tinha crescido na corte onde recebeu uma excelente educação e um rendimento. No seu testamento, Charlotte deixou fundos para a criação de uma fundação para beneficiar raparigas pobres de todas as classes sociais.
Faleceu a 28 de Outubro de 1792 e está sepultada na Catedral de Roskilde.
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